segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Google homenageia físico Robert Noyce, criador do microchip

O Google homenageia, nesta segunda-feira, o conceituado físico americano Robert Norton Noyce, inventor do microchip e co-fundador da Intel Corporation. Se fosse vivo, ele completaria hoje 84 anos.

Enquanto realizava pesquisas com silício, Norty criou uma estrutua intergrada de circuitos elétricos e transistores, o circuito integrado, o que possibilitou a popularização dos computadores pessoais.



Apelidado carinhosamente  de "o prefeito do Vale do Silício", por ter supostamente dado o nome à região em que diversas empresas de tecnologia de alcance mundial se encontram atualmente, Noyce morreu em 1990, aos 60 anos.

No ano seguinte, foi criada a Fundação Noyce foi se dedica a melhorar a educação pública em matemática e ciências.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Twitter é mais prejudicial que heroína e cocaína, diz governo da China

Para intensificar as tentativas de controlar os usuários de sites similares ao Twitter, a imprensa oficial da China disse em um comunicado oficial que rumores da internet e redes sociais, como o serviço de postagem em 140 caracteres do microblog, são mais prejudiciais à saúde do que drogas como heroína e cocaína.

Segundo o The Guardian, o comentário foi publicado pela agência oficial de notícias Xinhua. Nele, o governo explica que, apesar desses tipos de drogas causarem danos irreversíveis à saúde, os boatos do mundo virtual são piores porque "envenenam o ambiente e afetam a ordem social".

Em outro site, o People's Daily Online, o comunicado anuncia: "Rumores da internet são drogas: favor resistir e ficar longe deles", no qual sugere que pessoas inscritas em redes sociais podem gerar sérios danos à sociedade tanto quanto os drogados.

Com o objetivo de manter a "ordem" e deter os boatos supostamente criados por vários internautas, o governo chinês obrigou os serviços de microblog a registrar os nomes reais dos usuários e deletar contas que ultrapassam os limites estabelecidos pela China. As autoridades afirmam que estão cada vez mais preocupadas com a velocidade com que a informação pode se espalhar, num país que tem hoje 300 milhões de pessoas cadastradas nesse tipo de serviço.

Especialistas acusam a China de querer calar as críticas nas redes sociais e fazer com que não se acredite em nada do que está nesses sites, além de alguns mecanismos serem usados para anular comentários e reprimir histórias sensíveis. Por outro lado, o comunicado publicado no Xinhua acusa os usuários de inventarem escândalos sobre outras pessoas e espalharem notícias perturbadoras, "com a finalidade de provocar problemas e prejudicar a sociedade".

As autoridades chinesas já estipularam que, quem infrigir as ordens impostas, poderá ser multado em até 500 iuans (cerca de R$ 140 reais), e caso for pego divulgando informações supostamente falsas será condenado com uma pena de cinco anos de prisão.

Via Olhar Digital

Conheça o AirBook, o MacBook Air chinês

Via Olhar Digital


Versão falsificada é fina, roda Windows, porém não é tão pontente quanto o modelo original da Apple

Os chineses criaram aquele que, segundo a loja que vende o produto, é o "MacBook Air falsificado mais convincente já visto".
Chamado de "AirBook", o dispositivo realmente parece muito um MacBook Air e não só em aparência. Ele é quase tão fino quanto o original (1,9 cm de espessura contra 1,7 cm do produto da Apple).

Por dentro, porém, a diferença é enorme: o processador é um Intel Atom D525 de 1.8GHz e ele não roda o MacOS X, sistema operacional da Apple. O AirBook vem com Windows 7 e traz no teclado uma referência ao programa da Microsoft. No lugar do botão "Command", os chineses adicionaram um logotipo do Windows.

Outra diferença é o preço. O MacBook chinês custa US$ 499, cerca de US$ 800 mais barato do que o modelo original, que sai por US$ 1.299 em sua versão mais simples.